VOCÊ SABE QUAL O OBJETIVO DE UMA CONSULTORIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO E MEIO AMBIENTE?


CONSULTORIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO

DIAGNÓSTICOS E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS!

A Consultoria em Segurança do Trabalho tem como finalidade auxiliar as empresas na implementação e no cumprimento das normas de segurança do Ministério do Trabalho e Emprego, bem como na obtenção de resultados positivos em relação à minimização ou neutralização de riscos gerados nos processos de trabalho.
Várias são as empresas que buscam melhoria contínua em relação ao cumprimento e implementação das normas, seja em virtude dos requisitos legais para atender fiscalizações do Ministério do Trabalho e Emprego, redução dos passivos trabalhistas ou para obtenção das certificações de Saúde Segurança e Meio Ambiente através da OHSAS 18001 ( 45001)  e a ISO 14.001 e adequação aos seus clientes.
As consultorias atuam quase sempre de forma imparcial nos diagnósticos, desenvolvendo importantes trabalhos, como levantamento de perigos e riscos, aspectos e impactos ambientais e realizam os diversos treinamentos obrigatórios de modo que empregadores e empregados atendam requisitos solicitados.
O capital humano é o maior patrimônio de uma empresa, com o apoio de uma consultoria em segurança do trabalho os benefícios são sempre bem-vindo no propósito de atingir as metas de redução de acidentes e doenças ocupacionais, reduzir geração de resíduos, conhecer política da empresa, implantar programas diversos, satisfação profissional, redução de passíveis trabalhistas, melhoria na qualidade, interação dos funcionários na cultura de comportamento seguro, melhorar o clima organizacional, atender requisitos legais e etc..
Consulte profissionais de segurança saúde e meio ambiente.
Rogerio Godoy Princiotti – Consultor em Segurança do Trabalho – Palestrante
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Abramet alerta para risco de retrocesso da segurança no trânsito em campanhas eleitorais


A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego enxerga com preocupação o tom das campanhas eleitorais que disseminam o conceito de “indústria da multa”, ao mesmo tempo em que prometem mudanças nas medidas de redução de velocidade e fiscalização das vias. A Abramet considera retrocesso qualquer aumento das velocidades veiculares e reconhece o conceito de “Indústria da multa” como falta de informação sobre o Código de Trânsito Brasileiro e os compromissos do Brasil com a redução do número epidêmico de acidentes. 

Um destes compromissos é o objetivo proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) de reduzir em 50% o número de mortes no trânsito até 2020, o patamar anual está em 1.25 milhões de mortes relacionadas ao trânsito (Dados da OMS, Organização Mundial de Saúde). A Abramet considera que para a meta ser alcançada, é necessária a mudança radical na cultura da mobilidade, não só do motorista, pedestres e ciclistas, mas também dos governantes e da iniciativa privada de nosso país. É preciso colocar em prática a execução do Código de Trânsito Brasileiro que data de 1997, quando determina a “Educação de Trânsito” nas escolas.

Educação continuada (Abramet), formação de condutores, campanhas permanentes, policiamento ostensivo, participação da sociedade, fiscalização e punição precisam ser revigorados. 

Apesar das multas os fatores velocidade excessiva, álcool, drogas, fadiga, sono e desatenções continuam sendo causadores de acidentes. 

Necessitamos de uma imunização de curto prazo em que a fiscalização deve ser forte e a punição para infratores severa. Em longo prazo, atuando na mudança da cultura, com educação de trânsito, a necessidade real de utilização de equipamentos de segurança e outros conhecimentos que amadurecerão nossos jovens e aos 18 anos de idade teremos novos cidadãos, conscientes, responsáveis, conhecedores dos limites da máquina sobre rodas, do respeito mútuo e à própria vida.

No cenário brasileiro, São Paulo observou amadurecimento nas regras de trânsito e maior assertividade na fiscalização. Dados anuais comparados mostram redução no número de acidentes e vítimas (CETSP – Parcial 2016), especialmente entre os usuários mais frágeis: os pedestres. Isto é possível através de ações que extrapolam o limite de administrações e partidos, ações como obrigatoriedade do uso do cinto de segurança no banco dianteiro e traseiro, do uso de cadeirinhas, das medidas inclusas na Lei Seca, as reduções de velocidades permitidas nas vias e maior fiscalização do trânsito para identificar infratores, ações recomendadas pela Abramet, profissionais de Saúde e Medicina de Tráfego, e por entidades internacionais como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas (ONU).

Tais resultados significam vidas salvas, menor número de sequelas e menor gasto público com vítimas de trânsito, é o entendimento da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego que os candidatos devem buscar apelo eleitoral sem colocar em risco os avanços atingidos na mudança da cultura do trânsito e no aumento da segurança no trânsito.


Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior














EQUILÍBRIO E DESORIENTAÇÃO ESPACIAL NA DIREÇÃO VEICULAR


       
                            
É importante saber para quem está na direção veicular?
Quando acontece e porque acontece?

É complexa a manutenção do equilíbrio e no controle da desorientação espacial.
Vários órgãos e sistemas são solicitados. Os principais sensores estão no labirinto, olhos, pele, músculos e articulações.
O labirinto informa movimentos da cabeça e do corpo. Olhos mostram posição do corpo no espaço. Pele mostra contato com superfície. Músculos e articulações informam movimentos. O cérebro recebe, cruza e responde as informações. 
O sistema labiríntico é a central de informações que é repassada ao sistema nervoso central. As informações recebidas têm que ser coerentes, qualquer informação desajustada vai gerar tontura e enjoo.

A coerência entre o que vemos com o que sentimos, percebidos através labirinto e outros órgãos dos sentidos, permite que possamos ficar de pé, em total equilíbrio. Quem sofre de labirintite têm dificuldades em manter esse equilíbrio.

A desorientação espacial é a discordância entre o que vemos e o que sentimos.

Os agentes causais do desequilíbrio são múltiplos.


No interior do ouvido interno temos canais semicirculares que contém um líquido chamado linfa. Esses canais são parte do aparelho vestibular. São três canais colocados em plano horizontal, oblíquo e vertical. São esses canais contendo a linfa responsáveis por parte de nosso equilíbrio e desorientação espacial. O turbilhonamento da linfa é capaz de levar o indivíduo a um quadro vertiginoso e total desorientação.

Isso pode ser provocado através da cadeira de Barany onde coloca-se o indivíduo sentado e passamos a girar a cadeira aumentando a velocidade. Repentinamente interrompemos o movimento. A pessoa sentada tem uma sensação horrível, seu corpo tomba para um lado, faz movimentos musculares descoordenados, parece ter uma convulsão e não consegue situar-se no ambiente. Na realidade provocou-se um turbilhonamento da linfa que foi causa dos sinais e sintomas descritos, incluindo náuseas, vômitos e vertigem.

Isso acontece por demais com o piloto de aeronave quando em acrobacias. Bem treinado, percebe menos o quadro ou nada percebe.

O motorista e motociclista apesar de não ter os mesmos movimentos bruscos do piloto acrobata, pode ter turbilhonamento da linfa quando numa aceleração ou desaceleração brusca, num acidente com rodopio ou derrapagem na pista, capotagem, balanço ou trepidação do veículo e outros. Nesse caso, momentaneamente, terá a visão, audição, concentração, percepção, raciocínio, vigília, atenção e respostas motoras comprometidas, o que o impedira de ter atitudes defensivas.

                               

Havendo uma doença primária, o que é comum nos idosos, o quadro surgirá até mais intenso. Com grande facilidade as gestantes e crianças terão manifestações de maior porte.

Uma colisão pode ser causa de uma desorientação espacial e vice-versa.

Os idosos com insuficiência arteriovenosa terão o cérebro e o labirinto menos irrigado o que pode desencadear o quadro. Nesses casos, o movimento brusco da cabeça (girar a cabeça ou fazer movimentos rápidos para os lados) pode ser o desencadeador.

Caso exista doença primária vale a pena mantê-la em equilíbrio. As alterações apresentadas são detectadas por exame otorrinolaringológico e otoneurológico. Mais raramente as tonteiras, sensação de desequilíbrio podem ser de origem visual, neurológica ou psíquica.

À noite, é outra condição que leva a desorientação espacial já que não conseguimos dimensionar espaços, distâncias, velocidades. Tudo se torna mais difícil como é uma ultrapassagem, manter distância de outro veículo, delimitar o trajeto a ser percorrido e outras.

As reações oculares tornam-se mais lentas tudo evolui para maior comprometimento da desorientação.

Diante de tantas situações de risco e acidentalidade no trânsito urbano e rodoviário, com milhares de óbitos e vítimas com sequelas e sinais e sintomas que podem surgir subitamente, torna-se necessário a observação e orientação.


                            Conselhos que ajudam a evitar que ocorra a desorientação espacial. 


“NÃO DIRIGIR”: 

- sem um horizonte natural definido; 

- cuidado em curvas com aclive e declives; 

- com condições de visibilidade reduzida, o que inclui a 
atividade noturna; 

- não dirigir sob névoa, neblina, nuvens que cubram mais da metade do campo visual com a superfície; 

- Cuidado com o efeito espelhismo. Espelhismo ou miragem é um fenômeno óptico muito comum em dias ensolarados, especialmente sobre rodovias, em paisagens desérticas, ou também em alto-mar.


            Precisamos estar atentos e buscar orientação médica.
                                                     








                                              Dr. Dirceu Rodrigues Alves
                                                  Diretor da ABRAMET
                                                  www.abramet.org.br
                                         dirceurodrigues@abramet.org.br
                                         dirceu.rodrigues5@terra.com.br




Ainda muito distante do ideal, consagrando uma epidemia, o trânsito e transporte preocupa todos nós.

Semana Nacional do Trânsito

ABRAMET propõe imunização para o mal que assola o país.

Precisamos acelerar essa trajetória para alcançarmos o objetivo proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) de reduzir em 50% o número de mortes no nosso trânsito até 2020. Para tal, precisamos mudança radical da cultura para mobilidade, não só do motorista, mas também do nosso pedestre, dos governantes e toda cúpula dirigente do nosso país. Faz-se necessário a execução do Código de Trânsito Brasileiro que data de 1997, quando determina a “Educação de Trânsito” nas escolas. Até hoje, vários itens desse código não foram colocados em pratica.

Educação continuada, formação de condutores, campanhas permanentes, policiamento ostensivo, participação ativa da sociedade, a fiscalização e a punição parecem abandonadas. 

Apesar das multas, infratores reclamam, mas não mudam comportamento.

Velocidade, bebida, drogas, fadiga, sono e desatenções continuam fazendo parte do ranking causador de nossos tristes acidentes

Como afirmamos, necessitamos de uma imunização em curto prazo em que a fiscalização e punição precisam ser severas. Em longo prazo, atuando na mudança da cultura já na pré-escola, aos cinco anos de idade, com educação de trânsito onde serão ensinados os perigos da máquina sobre rodas. Para que serve, como fazer bom uso, sinalização de trânsito, evoluindo com leis, resoluções, chegando ao curso secundário onde dentro da física, química, biologia seriam passados conhecimentos das ações de forças exercidas sobre o veículo, de doenças causadas pelo trânsito e mesmo pelo transporte de produtos perigosos. Por que derrapam, por que capotam, efeitos do ruído, da vibração, consequências dos gases, vapores, poeiras e fuligem sobre o homem e meio ambiente. A necessidade real de utilização de equipamentos de segurança e tantas outras coisas que amadureceriam nosso jovem e ao fim de 13 anos teríamos novos cidadãos, conscientes, responsáveis, conhecendo os limites da máquina sobre rodas, o respeito mútuo e a própria vida.

Aos 18 anos, como cidadãos diferenciados, fariam um Curso de Formação de Condutores (CFC) com treinamento em simuladores onde todas as adversidades seriam ensaiadas, saindo dali para uma pista própria para colocar em prática todo o aprendizado. De dia, de noite, na área urbana, pista molhada, desviar de obstáculo a 80 km/h, frear com freios comum e ABS, no sol, na chuva, neblina e por aí em diante.

Estamos convictos de que dessa forma atingiremos o objetivo reduzindo de maneira substancial a epidemia que hoje faz parte do nosso dia a dia. Certamente estaríamos imunizando nossa população e erradicando um mal sistemático em nossas cidades.

                                   
Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional 
ABRAMET
Associação Brasileira de Medicina de Tráfego

Projeto Pedaleiros - O Pedaleiros é um projeto destinado a oferecer aos deficientes visuais a experiência de andar de bicicleta.

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Publicado em 8 de dez de 2015


Quer saber mais sobre o nosso projeto?

O Pedaleiros é um projeto destinado a oferecer aos deficientes visuais a experiência de andar de bicicleta.

Dividimos o projeto em 3 modalidades:
Point Pedaleiros: São pontos de referência do projeto, localizados em lugares públicos para o lazer de todos.
Blitz Pedaleiros: O espírito das blitz é ir onde o povo está. Sabemos que nem todos os deficientes têm facilidade para locomoção, por isso, vamos até eles.
Pedaleiros Day: Nesse dia temos uma festa para os Pedaleiros, um evento especial com momentos mágicos e experiências diferenciadas.

Conhece algum deficiente visual que amaria participar do projeto? Convida ele!

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Caçadores de Bons Exemplos lançam livro


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O casal de viajantes Iara e Eduardo Xavier, também conhecidos como os “Caçadores de Bons Exemplos’, estão lançando seu livro em São Paulo na segunda-feira, 23 de novembro. Depois de viajarem por mais de cinco anos pelo Brasil a procura de pessoas que fazem o bem sem olhar a quem. Eles viajaram pelos quatro cantos do país a procura de pessoas que se preocupam mais em ajudar seu próximo sem visar bens materiais.

Morando em um carro adaptado desde janeiro de 2011, o casal vendeu tudo o que tinha, pediram demissão e, mesmo sem patrocínios, saíram em busca de realizar seus sonhos. Eles já catalogaram mais de 1.150 projetos e ações positivas em todo o país. Segundo Iara, o objetivo do projeto sempre foi mostrar que em todos os lugares existem pessoas indo em busca de soluções e não somente problemas.

O casal estará lançando o livro “Caçadores de Bons Exemplos: em busca de brasileiros que fazem a diferença”, da editora LeYa e Saraiva, no Shopping Pátio Paulista, em São Paulo, na segunda-feira, 23 de novembro, ás 19h. O lançamento será na livraria Saraiva.

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Fonte: Viaje comigo

Como 2 Perguntas Podem Mudar o Mundo? | Iara Xavier | TEDxBlumenau - Caçadores de Bons Exemplos

Projeto Caçadores de Bons Exemplos


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Publicado em 15 de abr de 2016

Questionando qual é o verdadeiro significado da vida e questionando se há apenas notícias ruins acontecendo, Iara nos mostra idéias emocionais e inspiradores ela e seu marido descobertos ao viajar em volta do país.

Eles viajaram mais de 225 mil quilômetros e catalogadas mais de 1.150 projetos sociais para mostrar que há muitas mais pessoas a fazer o bem, então o mal, nós só tem que começar a falar sobre eles!
Junte-se a conversações Iara sobre a viagem que se tornou um enorme Propaganda do bem. Torna-se, mesmo, um "Bom Exemplo Hunter"!

Esta palestra foi dada em um evento TEDx usando o formato de conferência TED, mas organizados de forma independente por uma comunidade local. Saiba mais em http://ted.com/tedx

Iara é parte de "Caçadores de Bons Exemplos" ( "bons caçadores Exemplo"), um casal que vendeu tudo e começou a viajar por todo o Brasil em busca de pessoas que estavam fazendo boas ações, e servindo como exemplos em suas comunidades.

Esta palestra foi dada em um evento TEDx usando o formato de conferência TED, mas organizados de forma independente por uma comunidade local. Saiba mais em http://ted.com/tedx


Médicos sem Fronteiras - Faça parte dessa história


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Publicado em 24 de mai de 2012
Médicos Sem Fronteiras é uma organização médico-humanitária internacional, independente e comprometida em levar ajuda às pessoas que mais precisam. Também é missão de MSF tornar públicas as situações enfrentadas pelas populações atendidas.

Links Úteis:

www.msf.org.br

www.facebook.com/MedicosSemFronteiras

twitter.com/#!/msf_brasil

www.flickr.com/photos/msf_br/

www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=54350036

Este video faz parte de um trabalho da Agência Experimental UP! dos estudantes de Publicidade & Propaganda da Faculdade Anhanguera Educacional de Piracicaba.

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Brasileiros no Médico sem Fronteiras



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Confira reportagem do programa Brasileiros no Mundo sobre os brasileiros na organização Médicos sem Fronteiras.

Fonte: Padrão do Youtube



Ação Cidadã hoje em São Paulo

Unibes realiza 7ª Ação Cidadã no domingo, 18 de setembro, e espera superar o número de 13 mil atendimentos da edição anterior



O foco das atividades da Ação Cidadã concentra-se nos temas relacionados à saúde, educação, capacitação profissional, cuidados com a aparência, atividades recreativas e esportivas para as crianças. O evento ocorrerá no domingo, dia 18 de setembro, das 9:00 às 17:00 horas, no Centro da Criança e do Adolescente localizado na rua Pedro Vicente, 569, no bairro da Luz.

Foto: DINO


Este ano, cerca de 500 voluntários irão trabalhar para dar conta de 13.000 atendimentos previstos para o dia. A programação inclui palestras sobre saúde, medição de índice glicêmico, massa corpórea (IMC) e pressão arterial, orientação nutricional, saúde preventiva, assistência odontológica, apoio jurídico, corte de cabelo e cuidados pessoais, além de oficinas de artesanato, culinária, brincadeiras e atividades esportivas para as crianças. No dia também serão sorteados dezenas de brindes para os participantes.


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A Unibes é uma instituição não governamental que atua na cidade de São Paulo, com foco em ações nas áreas de assistência social, educação, saúde, e cultura. A entidade é mantida exclusivamente por meio de doações de pessoas físicas e jurídicas, e hoje atende cerca de 15.000 famílias em situação de vulnerabilidade social através de diversos programas voltados para crianças, jovens, adolescentes, idosos e famílias.

O Centro da Criança e do Adolescente, onde ocorrerá a 7ª Ação Cidadã, é uma das unidades da Unibes. Hoje atende 630 crianças no contraturno da escola. As crianças assistidas têm duas refeições diárias, além de atividades extracurriculares, como aulas de judô, dança, artes, música, coral, educação sexual e orientação para aprender a estudar. 
O Centro atende ainda 700 adolescentes por ano no programa de Capacitação de Jovens. Os cursos profissionalizantes dividem-se em módulos técnico e humano, como Rotinas de Escritório, Hotelaria, Web Designer, Montagem e Manutenção de Computadores, Atendimento em Restaurante, e Telemarketing. Cerca de 72% dos alunos que passaram pelos cursos são absorvidos no mercado de trabalho.

"Não é fácil enfrentar os desafios diários que surgem e, que podem influenciar o futuro de crianças e jovens que anseiam tanto por oportunidades para uma melhoria de vida", afirma a gerente geral da Área da Criança e do Adolescente, Zenóbia Duch, há mais de 20 anos à frente do Programa. 
O evento Ação Cidadã tem o apoio de empresas parceiras no setor privado, como a Uninove, Avon, Horas da Vida, Unimed e Tozzini Freire. Para participar basta comparecer no Centro da Criança e do Adolescente no dia e hora marcados. O programa é para toda a família.

SERVIÇO: 
7ª AÇÃO CIDADÃ UNIBES 
Rua Pedro Vicente, 569, Canindé, tel.: 11.3227.0598 
Dia 18 de setembro de 2016, das 9 às 17h. 
Gratuito 
Palestras sobre saúde, medição de índice glicêmico, massa corpórea (IMC) e pressão arterial, orientação nutricional, saúde preventiva, assistência odontológica, apoio jurídico, corte de cabelo e cuidados pessoais, além de oficinas de artesanato, culinária, brincadeiras e atividades esportivas para as crianças. 

Fonte: Terra


Homenagem aos bombeiros na tragédia de 11 de setembro 2001



Em homenagem aos bombeiros, esses bravos guerreiros que enquanto as pessoas procuravam a saída eles entravam, 15 anos dessa tragédia.
Honra aos mais de 300 bravos bombeiros que deram a sua vida.

Recordando a tragédia do 11 de setembro, quando terroristas tiraram a vida a quase 3 mil pessoas em um dos ataques mais mortais em solo americano. 

http://bit.ly/2cfCU3t

Até que idade posso dirigir um veículo?


O Código Brasileiro de Trânsito não define idade limítrofe para a interrupção da atividade. Saber o momento de parar é essencial.

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior*

O Código Brasileiro de Trânsito prevê o início da concessão para a direção de veículos a partir dos 18 anos, mas nada define para a aposentadoria dessa concessão.
Sabemos que à medida que passam os anos limitações vão aparecendo. Em média, a partir dos 60 anos começamos ter um declínio na execução de nossas atividades. Em alguns, esse declínio é lento e progressivo, em outros, temos acentuação muitas vezes brusca devida ao aparecimento de alguma doença.
A direção veicular não é um procedimento tão simples, fácil como se imagina. É na realidade bastante complexa. Inicialmente podemos afirmar que depende de três funções básicas:
1 - a cognitiva que envolve raciocínio, entendimento, memória, comunicação, atenção, concentração, vigília e respostas imediatas;
2 - a motora responsável pela liberdade de movimentos, rapidez, força, agilidade, coordenação;
3 - a sensório perceptiva é onde se relaciona sensibilidade tátil, visão, audição e percepção.
Além de tudo isso, sabemos que existe uma grande repercussão dos fatores de risco presentes na direção veicular, no meio ambiente e no estresse causado que atuam diretamente sobre o organismo causando distúrbios agudos e processos degenerativos. A complexidade da atividade leva-nos a entender que estão presentes as repercussões do organismo sobre a direção e da direção sobre o organismo. É na realidade um somatório de agressões de um e de outro lado.
Quando se é portador de doenças primárias como hipertensão arterial, diabetes, doenças ósteoarticulares, distúrbio mental e emocional, doenças metabólicas e outras, certamente terão agudização desses processos, comprometendo as funções essenciais para a atividade.
Cada organismo é um organismo diferenciado. Nem todos apresentam os mesmos problemas de saúde, daí não termos no código de trânsito uma data definida para a interrupção da concessão. A única referência aos idosos (acima de 65 anos) é que seja feita avaliação médica a cada três anos, com o que não concordamos. Os processos degenerativos e a alternância de sinais e sintomas e mesmo do aparecimento súbito de doença é comum, o que nos leva a indicar exames periódicos a cada ano.
Temos observado que o próprio motorista muitas vezes ao perceber suas limitações passa a ter medo de assumir a direção acabando por abandoná-la. Outras vezes vemos alguns com limitações, mas insistindo em manter-se em atividade. A família tem importância capital quando detecta alguma das alterações aqui descritas ou quando do surgimento de doença aguda ou crônica, impedindo o idoso de assumir a direção veicular.
Todos sabem que a direção veicular é uma necessidade para o idoso, tornando-o integrado à família, à sociedade e conectado com o mundo.
Estimular, deixá-lo motivado para a vida, soerguer o moral, incentivá-lo é uma necessidade real. As limitações levam a depressão que por sua vez acelera o processo degenerativo e gera desarmonia interna. Aí é o caos.
Torna-se de extrema importância lembrar que normalmente nessa faixa etária faz-se uso de algum medicamento, às vezes múltiplos e que podem ter repercussão quando na direção. O médico da família saberá orientar quando riscos houver, não só o idoso, a família e o médico que habilita e renova a Carteira Nacional de Habilitação.

                       Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
                                Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego
                    Ocupacional da ABRAMET
               Associação Brasileira de Medicina de Tráfego
                   www.abramet.com.br
                            dirceurodrigues@abramet.org.br
                              dirceu.rodrigues5@terra.com.br


 
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