4 razões para se preocupar com a gestão de resíduos em sua empresa


4 razões para se preocupar com a gestão de resíduos em sua empresa


De acordo com uma pesquisa realizada pela Câmara de Comércio Brasil-Alemanha, nosso país produz cerca de 2,7 milhões de toneladas de resíduos perigosos por ano. Isso significa que desenvolver um trabalho de gestão de resíduos não é um diferencial para as empresas, mas sim uma responsabilidade social na comunidade em que desempenham as suas funções.

Sendo assim, a gestão de resíduos pode ser conceituada como um conjunto de ações que são planejadas e adotadas pelas empresas para não apenas reduzir e eliminar resíduos gerados, mas também para ter um acompanhamento mais completo no ciclo produtivo, identificando práticas que podem contribuir para a preservação ambiental.

Mas como, de fato, desenvolver um projeto de gestão de resíduos em uma indústria? A resposta para essa pergunta é simples: reproduzindo aquilo que faz a natureza, ou seja, reutilizar os resíduos em outros subsistemas, garantindo assim a geração de um ambiente sustentável.

Para que você entenda mais sobre o assunto, desenvolvemos uma série de tópicos com 4 razões para se preocupar com a gestão de resíduos em sua empresa. Confira, a seguir.
1. É importante para a empresa

A importância da gestão de resíduos para as empresas, sobretudo as indústrias, se justifica por um conceito conhecido por 3 Rs: reduzir, reutilizar e reciclar. Trata-se de um método em que os Rs servem como diretrizes a serem seguidas em todos os processos produtivos da organização.

Desse modo, se uma indústria utiliza plástico na produção de um produto, por exemplo, pode usar o refugo ou retalhos que sobram após o término da fabricação para desenvolver produtos recicláveis. É possível até mesmo reprocessar esse material para que ele seja utilizado na produção de novas peças. Isso é pensar e agir com sustentabilidade, que, além de preservar o meio ambiente, também diminui os gastos da organização, uma vez que haverá diminuição no valor pago por matéria-prima.

A empresa também pode tirar proveito desse tipo de programa de controle de resíduos com ações do chamado marketing ambiental ou marketing verde, que consiste no processo de fabricação e venda de produtos sustentáveis. Isso também permite que as organizações utilizem técnicas de publicidade e propaganda para divulgar aos seus públicos o seu método de trabalho ecologicamente correto, conquistando assim mais credibilidade e uma imagem positiva no mercado.

Outro ponto que pode ser explorado é a adequação para a ISO 14.000, que tratam sobre sistemas de gestão ambiental. Assim, também é possível divulgar essa certificação aos clientes, comprovando que a empresa se preocupa com as questões ambientais.
2. Evita problemas para a organização

Atentar para os cuidados necessários com resíduos também é importante para que a empresa siga a legislação de forma correta. A Lei nº 12.305/10 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, citando uma série de normativas que as indústrias devem seguir para o correto manejo dos resíduos. Caso a lei não seja cumprida corretamente, a empresa pode arcar com as consequências, tendo que pagar multas ou até mesmo ter as suas atividades suspensas.

A lei é bastante ampla e engloba regulamentações a serem adotadas pelas empresas fabricantes de embalagens, de pilhas e baterias, lâmpadas fluorescentes, produtos eletroeletrônicos, produtos para agricultura, entre outras. Por isso, ela deve ser analisada e lida com atenção pelo responsável pela coordenação da gestão de resíduos e também pelo setor jurídico da organização.
3. Possibilita a prevenção de danos para a sociedade e o meio ambiente

Até poucos anos atrás, quando não havia uma legislação mais rígida sobre a prevenção ambiental, era comum vermos empresas não se preocuparem com essas causas, descartando materiais ou resíduos tóxicos na natureza, por exemplo. Essa prática trazia danos para os ecossistemas e também para os moradores de áreas próximas ao descarte, que eram obrigados a sobreviver com o mau cheiro.

Apesar de, atualmente, as leis serem mais rigorosas, ainda existem algumas indústrias que não atentam para as questões ambientais e deixam de investir em programas de prevenção, muitas vezes não por má índole, mas por falta de conhecimento ou por ter uma cultura organizacional muito enraizada e que ainda não tem como uma norma fazer a gestão de resíduos.

Por isso, é relevante que essas empresas tenham a consciência de que, ao desenvolver um plano de controle de resíduos, não cumprirá apenas uma obrigação, mas sim contribuirá para uma sociedade melhor, bem como ajudará na preservação dos recursos naturais, algo que deveria ser do interesse de todos.
4. A gestão de resíduos é um processo simples de ser implementado

Apesar de parecer complexo em um primeiro momento, desenvolver um plano de gestão de resíduos é algo simples e que, se feito corretamente, pode passar a fazer parte do DNA da empresa, de modo que todos os colaboradores estarão conscientes sobre o seu papel no processo. Para isso, é necessário seguir 3 diretrizes básicas:
Caracterização

Nesse momento a empresa deve caracterizar os aspectos biológicos, físicos e químicos daquilo que precisa descartar. Os resultados dessas análises serão utilizados para saber qual destino dar a cada tipo de material.
Classificação

No momento da classificação deve-se fazer uma listagem com todos os materiais e substâncias que a empresa utiliza, bem como os riscos que eles podem causar à saúde pública e ao meio ambiente. Assim, todos os resíduos podem ser gerenciados corretamente.
Laudo de classificação

O laudo de classificação é um documento que identifica os materiais descartados pela empresa quanto ao enquadramento de resíduos, seguindo sempre os preceitos da NBR 10004/04. Esse documento deve ser sempre feito por um profissional habilitado, geralmente engenheiros ambientais.

De maneira geral, podemos dizer que as empresas têm diversas razões para se preocupar com a gestão de resíduos, uma vez que os impactos dessa prática não refletem apenas nelas, mas sim em toda uma sociedade.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a importância da gestão de resíduos, que tal continuar aprendendo sobre o assunto? Para isso, recomendamos a leitura de nosso artigo “O que é a política nacional de resíduos sólidos?”. Temos certeza de que essa leitura também será muito produtiva para a melhoria dos processos da sua empresa!
Fonte : Neuplast

II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DO AMIANTO

Uma Abordagem da Saúde do Trabalhador



Por ocasião do I Seminário Internacional do Amianto: uma Abordagem Sócio-Jurídica, ocorrido em Campinas/SP, houve a discussão da questão do amianto sob o enfoque social e jurídico. Social, diante da necessidade de alertar a sociedade brasileira sobre os riscos do amianto à saúde humana e da viabilidade de substituição da fibra cancerígena por tecnologias ambientalmente menos agressivas; jurídico, porque remanescia a discussão nos Tribunais sobre a constitucionalidade do uso do amianto crisotila no país, a despeito dos compromissos assumidos pela República Federativa do Brasil quando da ratificação das Convenções 139 e 162 da Organização Internacional do Trabalho.

O texto de abertura do website daquele evento iniciava-se da seguinte forma:“O debate sobre o amianto e suas consequências nefastas à saúde humana não é recente e ainda está longe de ser esgotado”. Passados menos de dois anos da realização do I Seminário Internacional do Amianto, é possível afirmar que as discussões em torno da questão evoluíram adequadamente e de maneira muito favorável à defesa da saúde da população, a ponto de, ao menos no plano jurídico, inexistirem dúvidas sobre a inconstitucionalidade do uso do amianto crisotila no nosso país. As recentes decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade 3937 e 3406, não deixam margem à dúvida: a questão do amianto foi definitivamente extirpada do mundo jurídico brasileiro.

A afirmação, embora juridicamente válida, muda a vida do trabalhador brasileiro acometido por Doenças Relacionadas ao Amianto – DRA? Como será o acolhimento e o tratamento deste trabalhador nos serviços de saúde? Conseguiremos, finalmente, pôr fim à invisibilidade desses cidadãos, criando sistemas de registro de doenças asbesto-relacionadas? Essas são algumas das questões que sobrevêm na atual conjuntura brasileira: a fase pós-banimento amianto.

A situação incomum vivenciada em nosso país, onde diversas questões, inclusive relacionadas à saúde da população acabam sendo definidas pelo Poder Judiciário, exige uma maior integração entre o mundo jurídico, o universo científico e a realidade social. Contudo, poucos são os espaços onde essa diversidade de saberes podem se encontrar e se integrar. Por essa razão, o II Seminário Internacional do Amianto: uma Abordagem da Saúde do Trabalhador, propõe que as barreiras sejam transpostas, com a aproximação de realidades tão distintas, mas ao mesmo tempo, tão próximas.

O reconhecimento da inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal da lei que permitia a exploração econômica do amianto crisotila enseja celebração, pois é fruto do trabalho incansável dos movimentos sociais e sindicais, que se ergueram e permaneceram firmes desde a década de 1980, a destacar-se a ABREA e o DIESAT, aos quais se agregaram diversos atores sociais ligados à Saúde Pública e Coletiva, além do Ministério Público do Trabalho, os órgãos de classe da Magistratura do Trabalho e dos Procuradores do Trabalho.

Porém, devemos ter a consciência de que ainda há muito por fazer. Dessa fase pós-banimento do amianto, em que consolidamos um olhar multidisciplinar refinado e sensível para a relação entre os processos produtivos e as DRA, fica a responsabilidade de deixar um legado para as próximas gerações, que significa ampliar a percepção para os múltiplos riscos à saúde presentes no mundo do trabalho brasileiro, fortalecendo a certeza de que os esforços coletivos são capazes de realizar a mudança que almejamos ver em todas as dimensões na sociedade brasileira.

Ministramos Treinamento da NR 33 Espaço Confiando



Ministramos Treinamento da NR 33 Espaço Confiando conforme tabela abaixo:

TABELA – I
MODALIDADE
NR 33 ESPAÇO CONFINADO
TIPO
CARGA HORÁRIA
01
Espaço Confinado Trabalhadores
Inicial
16 horas
02
Espaço Confinado Vigias              
Inicial
16 horas
03
Reciclagem Espaço Confinado
Reciclagem
08 horas
04
Superv de Espaço Confinado 
Inicial
40 horas
Aspecto Legal
O que diz a norma NR 33 Espaço Confinado quanto a carga horária:
33.3.5.3 Todos os trabalhadores autorizados, Vigias e Supervisores de Entrada devem receber capacitação periódica a cada 12 meses, com carga horária mínima de 8 horas. (Reciclagem)
33.3.5.4 A capacitação inicial dos trabalhadores autorizados e Vigias deve ter carga horária mínima dedezesseis horas,
33.3.5.6 Todos os Supervisores de Entrada devem receber capacitação específica, com carga horária mínima dequarenta horas para a capacitação inicial.



Conteúdo:
- Definição de espaços confinados
- Legislação NR 33, NBR - 14787 e NBR -14606.
- Reconhecimento dos riscos;
- Avaliação de riscos;
 
- Equipamentos análise atmosférica ( detectores de gases);
 
- Controle de riscos, medidas de prevenção, administrativas e pessoais;
 
- Áreas Classificadas;
- Sistemas de bloqueio de fontes e energia; 

- Ventilação/Exaustão;
- Proteção respiratória;
- Comunicação;
- Procedimento de trabalho;
- Permissão de Entrada e Trabalho - PET
- Entrando em Espaços Confinados
- Movimentações verticais e horizontais;
- Noções de Primeiros socorros e resgate
- Simulado




Alguns exemplos de espaço confinado: 
  • Dutos e galerias; 
  • Caixas d'água; 
  • Silos; 
  • Reatores; 
  • Torres; 
  • Poços; 
  • Caixas de inspeção.



Definição de Espaço Confinado


NR – 33: "Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio.



Os riscos mais comuns em espaços confinados:
  • Falta ou excesso de oxigênio;
  • Incêndio ou explosão, pela presença de vapores e gases inflamáveis;
  • Intoxicações por substâncias químicas;
  • Infecções por agentes biológicos;
  • Afogamentos; 
  • Soterramentos; 
  • Quedas; 
  • Choques elétricos; 
  • Vibração; 
  • Ruídos; 
  • Temperatura (alta ou baixa); 
  • Engolfamento (captura de uma pessoa por líquidos ou sólidos finamente divididos, que possam ser aspirados, causando a morte por enchimento ou obstrução do sistema respiratório; ou que possa exercer força suficiente no corpo para causar morte por estrangulamento, constrição ou esmagamento.). 
  • Encarceramento. 

Em espaços confinados, quando nos referirmos à atmosfera do ambiente, classificaremos IPVS, ou seja, Ambientes Imediatamente Perigosos a Vida ou a Saúde. Por quê? Pois nesses locais geralmente a concentração do agente contaminante é maior que a concentração IPVS. O que isso quer dizer? Que os contaminantes estão em maior quantidade que o "ar puro", gerando um para o trabalhador.

O ar atmosférico é composto de aproximadamente 21% de oxigênio. Quando tratamos de IPVS, estamos dizendo que as concentrações de oxigênio ou estão:

Acima de 21%: Risco de incêndio ou hiperoxia (intoxicação por oxigênio); 
19,5%: Limite de segurança; 
16%: Fadiga e confusão mental; 
12%: Pulso acelerado e respiração profunda; 
6%: Coma seguido de morte em minutos. 

As concentrações de oxigênio são mensuradas com a utilização de um equipamento especial. O responsável pela realização do teste é o Supervisor de Entrada, a pessoa capacitada para operar a permissão de entrada com responsabilidade para preencher e assinar a Permissão de Entrada e Trabalho (PET).

Dessa forma, para que o trabalhador entre em um espaço confinado deve receber uma Permissão de Entrada e Trabalho (PET) – emitida pela empresa, que consiste num documento escrito contendo o conjunto de medidas de controle visando à entrada e desenvolvimento de trabalho seguro, além de medidas de emergência e resgate.

Após receber a PET, o trabalhador está capacitado para entrar no espaço confinado, ciente dos seus direitos e deveres e com conhecimento dos riscos e das medidas de controle existentes.

Para que os acidentes sejam evitados certifique-se que a sua empresa segue a:

NBR – 14.787 – "Espaços Confinados, Prevenção de Acidentes, Procedimentos e Medidas de Proteção". 

E atende a:

NR – 33 – "Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados" 

Os trabalhos realizados contam com a presença de um Vigia, que é o trabalhador que fica do lado de fora do espaço confinado e é responsável pelo acompanhamento, comunicação e ordem de abandono para os trabalhadores.

Assim, a empresa deve providenciar:

  • Treinamento; 
  • Inspeção prévia no local; 
  • Exames médicos; 
  • Folha de Permissão de Entrada (PET); 
  • Sinalização e isolamento da érea; 
  • Supervisor de entrada e Vigia; 
  • Equipamentos medidores de oxigênio, gases e vapores tóxicos e inflamáveis; 
  • Equipamentos de ventilação; 
  • EPI; 
  • Equipamentos de comunicação e iluminação; 
  • Equipamentos de resgate. 

É direito do trabalhador:

  • Entrar em espaço confinado somente após o Supervisor de Entrada realizar todos os estes e adotar as medidas de controle necessárias; 
  • Não entrar em espaço confinado caso as condições não sejam seguras; 
  • Conhecer o trabalho e os riscos;
  • Conhecer os EPI's e procedimentos de segurança;
  • Conhecer os equipamentos de resgate e primeiros socorros.
  • É dever do trabalhador:
  • Fazer exames médicos; 
  • Comunicar riscos; 
  • Participar dos treinamentos e seguir as instruções de segurança; 
  • Usas o EPI. 
É estritamente proibido, em locais confinados:
  • Cigarros; 
  • Telefone celular; 
  • Velas, fósforos, isqueiros; 
  • Objetos que produzam calor, chamas ou faíscas, salvo quando autorizados pelo Supervisor de Entrada. 





Download de Permissão de Trabalho para Espaço Confinado

Para que servem os diques ou bacias de contenção para produtos químicos?

PARA QUE SERVEM OS DIQUES OU BACIAS DE CONTENÇÃO PARA PRODUTOS QUÍMICOS


Empresas, armazéns, portos e aeroportos que trabalham com tanques de produtos químicos, perigosos ou não, precisam ter diversos cuidados com seu patrimônio e garantir a segurança de profissionais e do meio ambiente.

Para unir conforto, praticidade e maior estabilidade para sua empresa e seus produtos, com o passar do tempo, foram desenvolvidas novas tecnologias que resguardam seus tanques.

Criados exatamente para isso, os diques de contenção secundária tornaram-se uma das maiores estratégias de contenção e prevenção de acidentes químicos envolvendo vazamentos de produtos.

O intuito é utilizar os diques evitando que os produtos entrem em contato com o solo, prejudicando sua empresa, funcionários e o meio ambiente. Suas funções são diversas e auxiliam de inúmeras maneiras.

Por isso, elaboramos um guia informativo útil e acessível para que você entenda como eles funcionam, quais os requisitos para instalação e benefícios, uma vez que operam de maneira efetiva e segura.
Diques ou bacias de contenção – uma alternativa que resguarda seus produtos químicos e o meio ambiente

A legislação ambiental brasileira é uma das mais eficazes de todo o mundo e por um motivo sólido: com tanta diversidade de flora, fauna e solos férteis, o derramamento de produtos tóxicos causaria severas consequências para todos.

Esse motivo já é o suficiente para que haja um rígido controle tanto na formação de profissionais da área como na adoção de ferramentas que impeçam acidentes.

Maio Amarelo - Nós somos o trânsito - Tema de 2018


NÓS SOMOS O TRÂNSITO

Com o mote “Nós somos o trânsito” o Movimento chega à sua 5ª edição e fomenta na sociedade discussões e atitudes voltadas à necessidade urgente da redução do número de mortes e feridos graves no trânsito. O tema foi discutido com a Associação Nacional de Detrans (AND) e foi apresentado em reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Assim como em 2017, o tema de 2018 propõe o envolvimento direto da sociedade nas ações e propõe uma reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. Trata-se de um estímulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas, e aos pedestres e passageiros, a optarem por um trânsito mais seguro.

De acordo com o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, os acidentes não acontecem, mas sim são frutos de escolhas inadequadas e arriscadas. Para José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO e idealizador do Movimento Maio Amarelo, 90% dos acidentes têm como motivação as falhas humanas como imperícia, imprudência e desatenção. “Somos os responsáveis pelos nossos atos no trânsito e ter consciência clara disso é um dos caminhos para a reversão do triste cenário não só do Brasil, mas de todo o mundo”, ressalta.

Para solicitar o logo do Maio Amarelo 2018, envie email para euapoio@maioamarelo.com ou em www.maioamarelo.com.

Abertura oficial

A abertura oficial da Campanha Maio Amarelo 2018 já tem data e local definidos: será no dia 26 de abril, em Campina Grande, na Paraíba. A cidade foi destaque em 2017 pelas diversas atividades desenvolvidas durante o Maio Amarelo e aceitou o desafio de fazer a abertura solene do Movimento pela primeira vez desde sua 1ª edição, em 2014.

Para Félix Araújo Neto, superintendente da STTP (Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos) do município, “o Maio Amarelo consagra importantes ações na desafiadora tarefa de educar para o trânsito. Desde sua criação, Campina Grande desenvolve projetos com muito carinho e atenção sempre buscando a melhor forma de comunicar os riscos e alertas aos cidadãos. Fomos Destaque 2017 e agora, com muito orgulho, aceitamos o convite para sediar a abertura deste grande evento nacional. Além da grande alegria pelo reconhecimento de nossas práticas e do nosso compromisso por um trânsito melhor, mais fluido e seguro, a honradez da escolha e o compromisso e responsabilidade de fazer ainda melhor”, frisa.

Premiação e encerramento

Já o evento de encerramento com a premiação “Destaques Maio Amarelo 2018” acontecerá no dia 28 de junho em Brasília, no Distrito Federal, e será sediado pela ABDER (Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem) e pelo DER/DF (Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal).

A premiação será dada às empresas, entidades do setor público e sociedade civil organizada que mais disseminarem os conceitos e práticas propostas pelo Maio Amarelo. As ações devem estar direcionadas à conscientização para a segurança no trânsito e o incentivo à mudança de comportamento de todos que transitam.

“Registro que sediar um evento desta relevância é expressar o comprometimento da ABDER e do DER/DF com a paz e a cidadania no trânsito. É importante ressaltar que, em 2017, o Distrito Federal reduziu de forma expressiva o número de acidentes, principalmente com gravidade e morte. A nossa utopia é zerar esses dados em Brasília e no Brasil”, diz Henrique Luduvice, diretor-geral do DER/DF e presidente da ABDER.


CONTEÚDO COMPLETO 2018






Fonte : Maio Amarelo

Maio Amarelo Atenção pela Vida

Logo

O MOVIMENTO MAIO AMARELO

O MOVIMENTO

O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.





SOBRE A DÉCADA DE AÇÃO PARA SEGURANÇA NO TRÂNSITO

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.


São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.A


Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.



O QUE É?

É um movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito. O trânsito deve ser seguro para todos em qualquer situação.

OBJETIVO
Colocar em pauta, para a sociedade, o tema trânsito. Estimular a participação da população, empresas, governos e entidades


PORQUE MAIO ?

Em 11 de maio de 2011, a ONU decretou a Década de Ação para Segurança no Trânsito. Com isso, o mês de maio se tornou referência mundial para balanço das ações que o mundo inteiro realiza.

POR QUE AMARELO?

O amarelo simboliza atenção e também a sinalização e advertência no trânsito.

Fonte: maioamarelo 

CETESB regulamenta procedimento de logística reversa


Estatal paulista estabelece prazos específicos para empresas implantarem sistemas de coleta e reaproveitamento de resíduos sólidos



Artigo de Marcelo Buzaglo Dantas e Gabriela Giacomolli*
Marcelo Buzaglo Dantas e Gabriela Giacomolli

Com o advento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal nº 12.305/2010 e Decreto Federal nº 7.404/2010), diversos instrumentos de desenvolvimento econômico e social foram criados a fim de garantir a correta gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos. Entre eles, merece destaque a logística reversa que, como se sabe, caracteriza-se por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada.

De acordo com a legislação federal, são obrigados a estruturar e implementar o sistema de logística reversa, mediante o retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:
  • agrotóxicos, seus resíduos e embalagens, assim como outros produtos cuja embalagem, após o uso, constitua resíduo perigoso, observadas as regras de gerenciamento de resíduos perigosos previstas;
  • pilhas e baterias;
  • pneus;
  • óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
  • lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista e
  • produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Para tanto, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes poderão implementar a logística reversa de três formas distintas: (i) via celebração de acordos setoriais com o Poder Público e outros atores; (ii) via regulamento veiculado por ato editado pelo Poder Executivo; ou (iii) celebrando termos de compromisso com o Poder Público e parceiros.

Dia do Trabalhador - Homenagem




Acho que você vai se ligar nesse pequeno texto que escrevi.

O QUE É O TRABALHO?

Trabalho, é através dele que nos identificamos. É através dele que somos reconhecidos dentro da nossa sociedade. É através dele que nos realizamos e nos estimulamos para a vida.

O trabalho nos enobrece, nos dá estímulo, nos dá força, nos une, nos impulsiona para o futuro. Com ele continuamos a crescer, a criar, a produzir um mundo cada vez melhor. Através dele estamos desenvolvendo nossa empresa, nosso país, nosso planeta, conhecendo outras vidas e ampliando cada vez mais nossos horizontes.

O trabalho bem feito é gratificante, empolga, na realidade completa as melhores horas de nossa vida.

É no trabalho que nos concentramos, que nos desligamos de tudo e produzimos aquilo que nos satisfaz. O trabalho é vida, é estímulo, é garra. Com ele gerações vêm atravessando os séculos e produzindo cada vez mais a evolução. Nós fazemos parte deste universo e estamos também com nosso trabalho levando o nosso município, o nosso estado, o nosso país e o nosso planeta a uma condição melhor, a evolução que outras gerações viverão.

Trabalhar é vida, trabalhar é luta, mas só assim conduziremos nossas vidas a situações melhores.

Seja este o momento de toda a humanidade concentrar-se e gerar energia para continuarmos movimentando o nosso mundo.




Dr. Dirceu Rodrigues Alves.

Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego na empresa Associação Brasileira de Medicina de Tráfego

1° CAMINHADA E CADEIRATA DE CONSCIENTIZAÇÃO DA ELA/ABRELA

Avenida Paulista, em frente a FIESP - São Paulo, SP
10 de junho de 2018, 10h-12h



ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA - ABrELA


Membro da Associação Internacional de ELA/DNM, a ABrELA busca oferecer uma melhor qualidade de vida aos pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica, por meio de orientação, informação e assistência social aos pacientes e familiares.

Inscrições no site : Sympla







Abril Verde - II Caminhada pela Saúde e Segurança do Trabalho -

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